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	<title>Absorva</title>
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		<title>O poder de ideias simples</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 03:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sou da opinião de que a comunicação de uma marca precisa fazer, de alguma forma, diferença na vida das pessoas. Vivemos em uma época de tempo escasso e excesso de informação, por isso é cada vez mais importante participar do dia a dia das pessoas. E, é claro, pode-se fazer diferença na vida das pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou da opinião de que a comunicação de uma marca precisa fazer, de alguma forma, diferença na vida das pessoas. Vivemos em uma época de tempo escasso e excesso de informação, por isso é cada vez mais importante participar do dia a dia das pessoas. E, é claro, pode-se fazer diferença na vida das pessoas de diversas formas.</p>
<p>O contrário também é verdadeiro, e eu compartilho da opinião de que<a href="http://www.youtube.com/watch?v=7ALvjG6BPjM"> há uma grande diferença entre o que um publicitário</a> acha que faz diferença na vida das pessoas do que realmente faz.</p>
<p>E, justamente por vivermos em uma época cada vez mais complexa, me parece que menos é mais e que ideias simples podem ser mais eficazes.</p>
<p>É o que acontece, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2lXh2n0aPyw">novamente</a>, com estas ações da Volkswagen. Três ideias simples, mas que, como disse <a href="http://www.diretodoforno.com.br/volkswagen-fast-lane/">Allucci</a>, interfere de forma positiva no dia a dia das pessoas.</p>
<p>Assita aos vídeos abaixo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="440" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/W4o0ZVeixYU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="285" src="http://www.youtube.com/v/W4o0ZVeixYU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="440" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jEcbkusXUlo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="385" src="http://www.youtube.com/v/jEcbkusXUlo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="440" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yPztb-c16as&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="385" src="http://www.youtube.com/v/yPztb-c16as&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Você me mata, mãe gentil: telemarketing e e-mail marketing, duas formas de não marketing que são usadas por aí</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 11:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Se ninguém gosta de ser acordado às 7hrs da manhã, de um sábado, por alguém do outro lado da linha tentando vender cartão de crédito ou receber e-mail marketing daquele produto que você não tem o mínimo interesse em comprar, por que as empresas continuam fazendo? A resposta é simples: telemarketing e e-mail marketing são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se ninguém gosta de ser acordado às 7hrs da manhã, de um sábado, por alguém do outro lado da linha tentando vender cartão de crédito ou receber e-mail marketing daquele produto que você não tem o mínimo interesse em comprar, por que as empresas continuam fazendo? A resposta é simples: telemarketing e e-mail marketing são duas formas de não marketing que vão continuar sendo feitas porque são baratas e conseguem vender. O que não significa que é benéfico para a marca, pelo contrário, é a prática de comunicação por interrupção levada às máximas proporções ou, para deixar o eufemismo de lado, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spam_%28electronic%29">spam</a>.</p>
<p>No caso do e-mail marketing, é comum ver empresas comprando listas de e-mails para disparar suas mensagens sem preocupar para quem está enviando &#8211; o mailing de uma revista do segmento, por exemplo &#8211; e muito menos com conteúdo. Não é de se estranhar que os resultados desse tipo de ação são geralmente baixos.</p>
<p>Não é de hoje que pensar nos &#8220;consumidores&#8221; está em primeiro lugar. E seria realmente ótimo que as empresas, em especial as brasileiras, começassem a prestar mais atenção nesses tipos de ações que são interessantes para fechar o mês, mas são péssimas para valor de marca.</p>
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		<title>A importância da formação acadêmica</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 17:31:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das primeiras perguntas que vem à cabeça do jovem que deseja trabalhar com publicidade é qual faculdade fazer. E aí chovem listas das melhores faculdades para estudar, todas questionáveis por preferências e gostos individuais. Uma questão, porém, é ainda mais importante do que qual faculdade cursar, com aquele velho clichê de que quem faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das primeiras perguntas que vem à cabeça do jovem que deseja trabalhar com publicidade é qual faculdade fazer. E aí chovem listas das melhores faculdades para estudar, todas questionáveis por preferências e gostos individuais. Uma questão, porém, é ainda mais importante do que qual faculdade cursar, com aquele velho clichê de que quem faz a faculdade é o aluno, é a formação acadêmica e sua importância.</p>
<p>É claro que para se trabalhar em qualquer área de uma agência de publicidade sua bagagem cultural, suas experiências e referências são mais importantes do que o conhecimento acadêmico em si, já que, como diz Mohallem, em seu manual do estagiário, são itens que formam o seu combustível profissional, mas é indiscutível que o ambiente acadêmico nos traz diferenciais, justamente porque algumas dessas experiências, nós adquirimos no ambiente acadêmico.</p>
<p>Quando vejo alguns colegas de universidade fazendo comentários como “eu poderia ler todos os livros e adquirir igual conhecimento“, eu fico um pouco espantado, pois mesmo se eu ler todos os livros de um determinado autor, todos os livros que esse autor leu, eu não terei o mesmo conhecimento – se é que é possível mensurar -, por um simples motivo: ele tem experiências que são diferentes e produzem visões de mundo diferentes das minhas.</p>
<p>A universidade serve como como um ambiente para troca de experiências, não só com amigos, mas também com professores. E aí vale tudo: os papos de boteco, as discussões em sala de aula sobre trabalhos e/ou livros que lemos, conversas depois da aula com os professores. São trocas experiência que ajudam no processo aprendizado e na formação profissional</p>
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		<title>O efeito Barack Obama</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 17:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Se refrescarmos um pouco nossas cucas brasileiras, nos lembraremos do barulho que causou a iniciativa do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de restringir em apenas uma página a propaganda eleitoral dos candidatos, na última eleição municipal. Não ficou totalmente proibida a propaganda eleitoral na Internet, mas se os candidatos quisessem usar os diversos meios sociais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se refrescarmos um pouco nossas cucas brasileiras, nos lembraremos do barulho que causou a iniciativa do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de restringir em apenas uma página a propaganda eleitoral dos candidatos, na última eleição municipal. Não ficou totalmente proibida a propaganda eleitoral na Internet, mas se os candidatos quisessem usar os diversos meios sociais que temos disponíveis hoje, eles não poderiam.</p>
<p>As coisas, porém, mudaram. Após a última eleição americana, no qual a campanha de Obama revolucionou a forma de se fazer propaganda política, os políticos brasileiros resolveram repensar o jeito de se fazer propaganda eleitoral em terras brasileiras. Um bom exemplo são <a href="http://www.politweets.com.br/">as páginas</a> dos políticos brasileiros no twitter e, bem ou mal, o &#8216;<a href="http://info.abril.uol.com.br/noticias/internet/projeto-de-lei-eleitoral-web-e-aprovado-08072009-35.shl">projeto de lei eleitoral web aprovado</a>&#8216;. Bem, porque os políticos estão acordando para a realidade e percebendo que as ferramentas sociais da Internet são ótimas formas de se criar conversas mais transparentes e democráticas com a população. Mal, porque ainda precisamos de leis burocráticas para permitir o uso de ferramentas que estão aí, a disposição de qualquer um.</p>
<p>Eu realmente espero, com uma pequena esperança, que não só as próximas eleições, mas política brasileira também seja marcada pelo bom uso das mídias sociais, possibilitando que os discursos políticos sejam mais transparentes e democráticos e que tenha a participação mais ativa da população. É claro que ainda veremos <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wYDMLg36jYY">muitas</a> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=eCiDuP-tIYA">bizarrices</a>, afinal estamos no Brasil.</p>
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		<title>Brasil, um país essencialmente pós-moderno</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 17:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao tentar explicar a um amigo como a pós-modernidade está influenciando a comunicação e como a comunicação está influenciando a sociedade nos dias de hoje, ele me perguntou se não era algo mais ou menos como fizeram com os escravos, na época da colonização. Trazer negros de diversas tribos – em alguns casos, tribos rivais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao tentar explicar a um amigo como a <a href="http://www.achegas.net/numero/quatorze/nilson_thome_14.htm">pós-modernidade</a> está influenciando a comunicação e como a comunicação está influenciando a sociedade nos dias de hoje, ele me perguntou se não era algo mais ou menos como fizeram com os escravos, na época da colonização. Trazer negros de diversas tribos – em alguns casos, tribos rivais – e “jogar” em terras tupiniquins para trabalhar e ver no que dá. Sem contar, claro, a mistura com índios, portugueses, holandeses e, algum tempo depois, italianos, alemães e japoneses.</p>
<p>É evidente que a escravidão nos trouxe problemas que ainda hoje tentamos resolver, mas esta mistura de diversos ingredientes produziu um bolo de sabor único. Nós nascemos descentrados &#8211; palavra para explicar qualquer coisa pós-moderna &#8211; e ainda hoje não possuímos uma identidade própria porque temos várias identidades para escolher. Na sacola recheada de identidades, como qualquer pessoa que vai ao shopping com um cartão de crédito sem limite, é difícil escolher apenas uma, o que nos permite ter a característica que nos convém para cada situação.</p>
<p>Isso explica por que aceitamos de forma natural algumas mudanças na estrutura de nossa sociedade, como as Lan-houses nas favelas. E não apenas as Lan-houses, mas qualquer baile funk carioca ou soundsystem nas periferias de São Paulo possuí equipamentos que não custam menos de $1.500.00 dólares. Tão interessante quanto ter acesso a esse tipo de equipamento, é a forma como esses grupos estão produzindo suas músicas: sejam <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zkSb3XZ0Oi4">sampleando músicas antigas</a> e misturando com novas batidas que nos remetem ao <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Z8vNX5A2PW8">miami bass</a>, misturando <a href="http://www.youtube.com/watch?v=f9JWf8EonAw">samba com hip hop</a> ou maracatu com rock e reggae jamaicano, o importante é que essas pessoas estão realmente produzindo. Pode-se questionar o gosto, e isso vai da sensibilidade de cada um, mas é inegável uma mistura culturalmente rica e em muitos casos muito boa de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=90HmcQmMviQ">ouvir</a> <img src='http://www.absorva.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>A fragmentação das audiências</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 17:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não lembro onde li, mas certa vez vi alguém reclamando que não há mais campanhas memoráveis como antigamente, daqueles que as pessoas comentavam nas ruas e com os vizinhos. De fato, mas acredito que esse fenômeno não acontece apenas com a publicidade.  
A cada nova novela, a globo enfrenta problemas com sua audiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não lembro onde li, mas certa vez vi alguém reclamando que não há mais campanhas memoráveis como antigamente, daqueles que as pessoas comentavam nas ruas e com os vizinhos. De fato, mas acredito que esse fenômeno não acontece apenas com a publicidade.  </p>
<p>A cada nova novela, a globo enfrenta problemas com sua audiência que é <a href="http://www.ccsp.com.br/ultimas/noticia.php?id=38792">cada vez mais baixa</a>. Os jornais impressos têm cada vez menos leitores &#8211; esse fenômeno não acontece no Brasil, mas por outras razões &#8211; e sua receita diminui, ao ponto de grandes jornais fecharem as portas. </p>
<p>A publicidade tenta seguir o ritmo frenético das mudanças tecnológicas, mas a metáfora do surfista muitas vezes não é utilizada pelas agências. Ser o primeiro pode ser o sinônimo de levar caldo ou como diriam &#8220;Não é porque o Joãozinho se jogou da ponte que você irá se jogar também&#8221;. </p>
<p>Com a fragmentação não só dos meios, mas também dos hábitos das pessoas, as audiências caem (paradoxalmente porque também estão fragmentadas) e é realmente complicado saber se uma ação publicitária ou  a nova novela da Record vai alcançar o número de audiência desejada. Veja que não usei a expressão &#8220;dar certo&#8221;, pois será mesmo que a soma de audiência é importante nos meios digitais? Muito mais do que a atenção e o engajamento do consumidor?</p>
<p>Os vídeos &#8220;virais&#8221;, que foram por algum tempo tão desejados pelas empresas, possuem cada vez mais menos visitas. Se fizermos uma análise de listas dos <a href="http://idgnow.uol.com.br/galerias/os-10-virais-mais-vistos/">vídeos mais vistos</a>, veremos que a maioria são clipes de bandas, traillers de filmes e são, de certa forma, antigos. Aqueles vídeos malucos de marcas descoladas passam longe dessas listas.</p>
<p>É claro que, para se ter engajamento, é preciso pensar em conteúdo relevante e que seja realmente importante para o consumidor, mas não podemos deixar lado algumas características da nossa sociedade, pois mesmo com a fragmentação das audiências, ás vezes aparece uma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wnmbJzH93NU">Susan Boyle </a>por aí.</p>
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