Se ninguém gosta de ser acordado às 7hrs da manhã, de um sábado, por alguém do outro lado da linha tentando vender cartão de crédito ou receber e-mail marketing daquele produto que você não tem o mínimo interesse em comprar, por que as empresas continuam fazendo? A resposta é simples: telemarketing e e-mail marketing são duas formas de não marketing que vão continuar sendo feitas porque são baratas e conseguem vender. O que não significa que é benéfico para a marca, pelo contrário, é a prática de comunicação por interrupção levada às máximas proporções ou, para deixar o eufemismo de lado, spam.
No caso do e-mail marketing, é comum ver empresas comprando listas de e-mails para disparar suas mensagens sem preocupar para quem está enviando – o mailing de uma revista do segmento, por exemplo – e muito menos com conteúdo. Não é de se estranhar que os resultados desse tipo de ação são geralmente baixos.
Não é de hoje que pensar nos “consumidores” está em primeiro lugar. E seria realmente ótimo que as empresas, em especial as brasileiras, começassem a prestar mais atenção nesses tipos de ações que são interessantes para fechar o mês, mas são péssimas para valor de marca.
